Chocofest, em Canela.

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A Chocofest é o maior evento nacional dedicado aos fabricantes de chocolates do Brasil e acontece em Canela. O evento acontece inicia-se dois finais de semana antes da Páscoa e vai até o domingo de Páscoa, quando ocorrem as atividades de encerramento. Nos últimos anos a festa do chocolate tem reunido um público de aproximadamente 120 mil pessoas que desfrutam das delícias e brincadeiras ao passarem pelos pavilhões do Centro de Feiras de Canela.

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A Chocofest acontece sempre em torno de um tema, como por exemplo, o clássico infantil Branca de Neve e os Sete Anões. A gruta da floresta encantada, a casa da bruxa e a floresta encantada fizeram parte da decoração neste tema (ano de 2006).

Normalmente, uma área é reservada para o Chocódromo, espaço que reúne concursos curiosos. Prova do Chocólatra, disputa que elege o visitante mais viciado em chocolate. Outra disputa curiosa, voltada só para crianças, é a prova do Choco Lambe-Lambe, que premia quem leva menos tempo para lamber um cone de chocolate.

Os visitantes da Chocofest tem acesso a uma área externa, dedicada ao universo dos brinquedos e da maçã, a fruta que também protagoniza o clássico infantil. Além da feira, a Chocofest inclui ainda na agenda programações artísticas e desfiles alegóricos com mais de 100 personagens e alegorias, bandas, dançarinos, malabaristas, trapezistas e mágicos. No pano de fundo do espetáculo está a Catedral de Pedras, no centro de Canela.

Quando: Começa dois finais de semana antes da Páscoa e vai até o domingo de Páscoa

Dicas para ter uma viagem de carnaval tranquila:

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O carnaval está chegando, é importante saber como se ter uma viagem bem tranquila,sem problemas, o que levar, o melhor dia para viajar etc. Entretanto, nem todo mundo está acostumado a viajar no carnaval, se você se encaixa nesse perfil veja como fazer para ter uma boa viagem no carnaval.

1. Escolha o destino.

A escolha do destino e extramente importante, ele irá determinar o que é importante você levar na mala. Se você for alugar casa, ou ir pra alguma pousada, leve tudo que for necessário.No caso de casas, as vezes tem que se levar ventilador, lençóis etc.Se você for acampar saiba que sua mala será bem maior.

2. Cuidado com objetos de valor.

Cuidado na hora de levar objetos de valor, principalmente se for acampar, o ideal e que você leve somente aquilo que for necessário, se for escolher algum destino com praia, leve apenas roupas de banho e peças de roupas leves, chinelos têm que estar na mala. Leve um casaquinho também, pois nunca se sabe, principalmente se você for com alguma condução que tenha ar condicionado.

3. Leve alguns alimentos.

E sempre bom, levar algum biscoito, dentro da mala, entretanto levar alimentos irá depender muito para onde você vai  e onde irá ficar instalado. Por precaução leve uns biscoitinhos na mala.

4. Faça uma lista.

Faça uma lista de tudo que será necessário levar na viagem, inclua as roupas, remédios, higiene pessoal, toalha, protetor solar etc. Todos os detalhes deverão ser necessários e vá riscando cada item de acordo como você for arrumando a sua mala.

5. Veja o horário para sair.

Fique de olho no horário e no dia em que for viajar, geralmente há muito transito na estrada, então o ideal e que você veja o melhor dia e horário  Principalmente se for de ônibus, saia de casa com antecedência.

Agora é só arrumar as malas e colocar o pé na estrada.

 

Para amantes de tecnologia e de viagens: aplicativo Music in the Sky , lançado pela Air France.

A Air France Music lança um novo aplicativo para iPhone para amantes de música e viagem.
Ele traz músicas escondidas nas nuvens. Veja o vídeo exclusivo para ver como funciona.

Os viajantes também vão poder ouvir novas faixas dependendo de onde estiverem. De Paris a Buenos Aires a Tóquio, cada céu diferente esconde suas próprias canções.

Para celebrar o lançamento do app, músicas inéditas de Francoius & The Atlas Mountains, Eugene McGuiness, Villagers, Melody’s Echo Chamber e Tomorrow’s World estarão disponíveis para quem baixá-lo.
E durante várias vezes no ano, a Air France vai liberar novas faixas inéditas, dar ingressos para shows e até dar passagens aéreas para quem descobrir jogos escondidos no céu.

O aplicativo Music in the Sky está disponível da Apple Store e é gratuito! Não é legal?!

Maragogi: o Caribe brasileiro!

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Ir à pequena cidade de Maragogi, no norte de Alagoas, é se sentir no Caribe sem precisar deixar o Brasil. As praias paradisíacas – de densos coqueirais, águas límpidas e esverdeadas – fazem jus à comparação. Mergulhar no mar calmo de Maragogi é observar bem de perto arrecifes de corais e ter o corpo rodeado de peixes coloridos.

A localização da cidade é privilegiada: a cerca de 130 km de Maceió e de Recife, com acesso fácil pelas duas capitais. Maragogi – cujo nome vem de “rio livre” – faz parte da Costa dos Corais, a maior Área de Proteção Ambiental (APA) da Marinha brasileira.

Criada por decreto em outubro de 1997, a APA da Costa dos Corais tem 150 km de extensão e abrange quatro municípios de Pernambuco (São José da Coroa Grande, Barreiros, Tamandaré e Rio Formoso) e nove de Alagoas (além de Maragogi, Barra de Santo Antônio, São Luís do Quitunde, Passo de Camarajibe, São Miguel dos Milagres, Porto de Pedras e Japaratinga).

Ah, as Galés de Maragogi

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A fama de Maragogi vem das suas impressionantes piscinas naturais – chamadas de Galés. Distantes cerca de 6 km da praia, elas se formam em alto mar por conta dos arrecifes de corais. É possível chegar até as Galés de lancha ou catamarã. A maioria dos hotéis e pousadas oferece o passeio por cerca de R$ 50 por pessoa, com duração média de 2 horas.

Mas para desfrutar do melhor das piscinas naturais é preciso se programar. O passeio é recomendado quando a maré está baixa. Por isso, dias que terão lua cheia são os mais indicados, já que a maré é mínima e a profundidade da água está a cerca de um metro. Assim, é possível se divertir tranquilamente no mar verde cristalino das Galés.

O turista tem a opção de mergulhar na superfície utilizando snorkel ou, caso queira ir mais fundo, cilindros. Não é preciso ser profissional para optar pelo mergulho com cilindros, nem sequer saber nadar. A profundidade máxima explorada é de 5 metros e um instrutor acompanha pelo braço o mergulhador durante todo o tempo.

Quando a medição indicar maré acima de 0,5 m é sinal de alerta, já que muitos pontos das piscinas naturais podem não dar pé. É preciso redobrar o cuidado com as crianças para que elas não se afoguem ou se machuquem nos arrecifes. Em alguns dias, o passeio às Gales não é realizado diante dos riscos da maré alta.

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Além das piscinas naturais, a cidade de Maragogi se destaca por reunir algumas das mais belas praias do litoral alagoano. É o 2º destino mais procurado no Estado, perdendo apenas para Maceió. São 22 km de areias quase desertas e com ares bucólicos, ideais para quem busca sossego e contato com a natureza. A combinação de coqueirais, areia fina e batida, mar cristalino, calmo e, por vezes, quase morno, é extasiante.

Além da praia com o mesmo nome do município, é indispensável conhecer Burgalhau, Barra Grande e Peroba, já na divisa com Pernambuco. A menos de 10 km de Maragogi está a cidade de Japaratinga, outra parada obrigatória.

Melhor época para ir: 
Se não bastassem tantas belezas reunidas em um só lugar, Maragogi ainda foi abençoada com clima perfeito o ano inteiro. O sol dá o ar da graça praticamente todos os dias. A temperatura média anual da cidade é de 27º C. Mais do que escolher a estação do ano, é ficar de olho na tábua das marés, pois os passeios às piscinas naturais, os mais procurados da cidade, só são possíveis em época de maré baixa. Uma boa dica é ficar de olho na lua. O período de lua cheia e lua nova são os que registram as marés mais baixas.

 

 

Os mistérios da Ilha de Páscoa!

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A Ilha de Páscoa seria só mais um pedacinho de terra no meio do Oceano Pacífico se não fossem os moais – estátuas de pedra em forma de humanos colocadas ali há mais de mil anos.

São cerca de 800 estátuas espalhadas pela ilha e que foram feitas pelos rapanuis, antigos habitantes que viviam no lugar entre os anos 1000 e 1700.

Ninguém sabe como eles conseguiam mover enormes blocos de pedra na época ou qual seria a função desses gigantes. Alguns pesquisadores acreditam que as estátuas eram presas a troncos e cordas e levadas por vários homens, até chegar ao local escolhido.

Eles supõem que essas figuras homenageavam antepassados dos rapanuis ou eram símbolos de deuses que protegeriam a ilha de tempestades e de outras catástrofes naturais.

LÁ NAS ALTURAS!

Alguns moais ficam sobre plataformas de pedras empilhadas. Ninguém entende como os rapanuis levantavam as estátuas e as colocavam ali.

OLHOS COLORIDOS

Depois que a estátua era erguida, olhos eram preenchidos com corais e pedras. Os enfeites se decompuseram, mas alguns moais foram restaurados.

CARAS DE VULCÃO

A maioria das estátuas da ilha são feitas a partir de rochas retiradas do vulcão Rano Raraku, que fica na parte leste da ilha e foram transportadas para vários locais. Os rapanuis contavam com poucas ferramentas e usavam pedras lascadas para esculpir os detalhes nessas rochas. Os maiores moais têm 10 metros de altura e pesam 10 toneladas.

CHAPÉUS DE PEDRA

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As pedras vermelhas são uma referência a chapéus, que provavelmente eram usados por pessoas importantes e se chamavam pukao.

NO MEIO DO NADA

A ilha é minúscula e foi descoberta pelos europeus em um domingo de Páscoa no ano de 1722. Ela é chamada também de Rapa Nui e de Te Pito o Te Henua – que na língua dos nativos significa umbigo do mundo. É possível visitá-la, mas para isso é preciso ir até Santiago, capital do Chile, e pegar um avião (5 horas de viagem!) ou um barco.

A HISTÓRIA DOS RAPANUIS

Os ancestrais dos rapanuis vieram de barco da Polinésia (na Ásia) e chegaram à Ilha de Páscoa por volta do ano 100. Ao encontrar uma terra fértil, repleta de animais silvestres, formaram povoados e passaram a morar em cavernas ou casas de pedra. Com o tempo, parte dos recursos naturais se esgotou e aos poucos os nativos foram partindo.

A destruição foi tão grande que na época em que o holandês Jacob Roggeveen encontrou a ilha, quase não havia mais pessoas vivendo por ali. Mas, até hoje, a ilha tem moradores, que são descendentes dos rapanuis e procuram manter sua cultura. Para isso, preservam seu idioma e, em festas especiais, usam roupas e pinturas especiais, como os antepassados.

Rongorongo – os rapanuis tinham uma escrita complexa, chamada rongorongo, que ninguém decifrou, e falavam um idioma próprio. Enriqueça seu vocabulário:

  • Oi e tchau – iorana!
  • Tudo bem? – pehé koe?
  • Muito bem! – riva riva!
  • Obrigado – maururu.
  • De nada! – ote aha no!

Você sabia que:

Alguns moais já foram retirados da ilha de Páscoa e levados para museus para serem estudados? Há um exemplar no Museu Britânico (Londres, Inglaterra), outro no Museu du Quai de Branly (Paris, França) e um na cidade de Valparaíso, no litoral do Chile.

 

Conheça um pouquinho de Bonito! – MS

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Na Serra da Bodoquena, fronteira com o Pantanal, cachoeiras e lagos criam uma ambientação com apelo ecológico irresistível. Uma estrutura geológica compostabasicamente de rocha calcária, cavernas e grutas esculpidas ao longo do tempo guardam em suas entranhas águas cristalinas que convidam a deixar o corpo flutuar, observando o colorido dos peixes e da vegetação nativa. Tamanho atrativo leva por ano, em média 210 mil turistas a Bonito e, o melhor, sem que isso represente um perigo para o delicado ecossistema.

Um controle rígido garante um limite de visitantes por vez nas atrações e, por tabela, a preservação do lugar. Esse epicentro do ecoturismo nacional exibe ainda o Abismo Anhumas, a maior caverna submersa do mundo. No trajeto, a luz do sol vai pontuando as estalactites dos paredões e atinge as águas cristalinas do lago azul-turquesa lá no fundão. Outros pontos altos de Bonito são a Cachoeira Boca da Onça e a Gruta do Lago Azul: enquanto se desce por ela, a luz vai diminuindo e você segue prestando atenção nos cheiros, nas vozes que ecoam, nas diferentes imagens das formações calcárias… Parece irreal. Mas não pense que crianças e idosos precisam ficar de fora do caprichoso espetáculo de Bonito. Há trilhas de caminhada curta e bela e a tão esperada flutuação no Rio da Prata (que começa na vizinha Jardim) e no Rio Sucuri, nas quais a correnteza leva seu corpo deixando a você o único trabalho de respirar calmamente pelo snorkel e deslizar ao lado de uma quantidade impressionante de peixes que colorem as águas transparentes. Pode ter certeza de que essa  atmosfera vai ficar em sua mente para sempre.

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COMO CHEGAR

Os voos de São Paulo e do Rio de Janeiro aterrissam no aeroporto de Bonito às quintas e domingos (o trajeto, com escala em Campo Grande, é feito por uma única companhia, a Trip). de lá, o táxi até o Centro custa R$ 40, em média. também é possível chegar por campo Grande numa viagem de cinco horas em ônibus. De carro, são quase 300 km de estrada em bom estado e bem-sinalizada, que começa na BR-060, saindo do aeroporto de campo Grande.

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 COMO CIRCULAR

A maioria das atrações está distante do centro e, por isso, a melhor maneira de se locomover é a bordo de um carro (as locadoras mais próximas ficam em Campo Grande). Quem prefere se manter longe do volante pode aderir ao chamado “transporte compartilhado”. o sistema funciona assim: as agências de turismo fecham programações diárias para as atrações e levam os visitantes em vans. Do Centro, é possível ir a pé a restaurantes, bares e ao aquário de Bonito.

ONDE FICAR

Bonito tem 20 mil habitantes e mais de 80 pousadas e hotéis, segundo a Secretaria de Turismo. O GUIA QUATRO RODAS BRASIL 2013 selecionou as melhores em cada categoria, de albergues a pousadas confortáveis. E descobriu dois perfis: há os que apostam em uma área social reduzida, quartos simples e a localização central — próximos à rua principal, a Avenida Pilad Rebuá, que concentra bares e restaurantes. E outros usam o terreno de antigas fazendas e investem nas áreas de lazer — caso do Cabanas e do Santa Esmeralda, ambos à beira do Rio Formoso.

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 ONDE COMER

Eles estão lá, em todos os cardápios e sobre todas as mesas — fritos ou assados, inteiros ou em postas. “Eles” são os peixes mais famosos do Pantanal, como piraputanga, pacu, dourado e pintado, preparados com molho de urucum ou apenas acompanhados por arroz branco e pirão. Prove as receitas da Casa do João ou do Cantinho do Peixe. Para experimentar carnes exóticas, como jacaré, cateto ou capivara, vá ao Castellabate.

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