Os mistérios da Ilha de Páscoa!

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A Ilha de Páscoa seria só mais um pedacinho de terra no meio do Oceano Pacífico se não fossem os moais – estátuas de pedra em forma de humanos colocadas ali há mais de mil anos.

São cerca de 800 estátuas espalhadas pela ilha e que foram feitas pelos rapanuis, antigos habitantes que viviam no lugar entre os anos 1000 e 1700.

Ninguém sabe como eles conseguiam mover enormes blocos de pedra na época ou qual seria a função desses gigantes. Alguns pesquisadores acreditam que as estátuas eram presas a troncos e cordas e levadas por vários homens, até chegar ao local escolhido.

Eles supõem que essas figuras homenageavam antepassados dos rapanuis ou eram símbolos de deuses que protegeriam a ilha de tempestades e de outras catástrofes naturais.

LÁ NAS ALTURAS!

Alguns moais ficam sobre plataformas de pedras empilhadas. Ninguém entende como os rapanuis levantavam as estátuas e as colocavam ali.

OLHOS COLORIDOS

Depois que a estátua era erguida, olhos eram preenchidos com corais e pedras. Os enfeites se decompuseram, mas alguns moais foram restaurados.

CARAS DE VULCÃO

A maioria das estátuas da ilha são feitas a partir de rochas retiradas do vulcão Rano Raraku, que fica na parte leste da ilha e foram transportadas para vários locais. Os rapanuis contavam com poucas ferramentas e usavam pedras lascadas para esculpir os detalhes nessas rochas. Os maiores moais têm 10 metros de altura e pesam 10 toneladas.

CHAPÉUS DE PEDRA

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As pedras vermelhas são uma referência a chapéus, que provavelmente eram usados por pessoas importantes e se chamavam pukao.

NO MEIO DO NADA

A ilha é minúscula e foi descoberta pelos europeus em um domingo de Páscoa no ano de 1722. Ela é chamada também de Rapa Nui e de Te Pito o Te Henua – que na língua dos nativos significa umbigo do mundo. É possível visitá-la, mas para isso é preciso ir até Santiago, capital do Chile, e pegar um avião (5 horas de viagem!) ou um barco.

A HISTÓRIA DOS RAPANUIS

Os ancestrais dos rapanuis vieram de barco da Polinésia (na Ásia) e chegaram à Ilha de Páscoa por volta do ano 100. Ao encontrar uma terra fértil, repleta de animais silvestres, formaram povoados e passaram a morar em cavernas ou casas de pedra. Com o tempo, parte dos recursos naturais se esgotou e aos poucos os nativos foram partindo.

A destruição foi tão grande que na época em que o holandês Jacob Roggeveen encontrou a ilha, quase não havia mais pessoas vivendo por ali. Mas, até hoje, a ilha tem moradores, que são descendentes dos rapanuis e procuram manter sua cultura. Para isso, preservam seu idioma e, em festas especiais, usam roupas e pinturas especiais, como os antepassados.

Rongorongo – os rapanuis tinham uma escrita complexa, chamada rongorongo, que ninguém decifrou, e falavam um idioma próprio. Enriqueça seu vocabulário:

  • Oi e tchau – iorana!
  • Tudo bem? – pehé koe?
  • Muito bem! – riva riva!
  • Obrigado – maururu.
  • De nada! – ote aha no!

Você sabia que:

Alguns moais já foram retirados da ilha de Páscoa e levados para museus para serem estudados? Há um exemplar no Museu Britânico (Londres, Inglaterra), outro no Museu du Quai de Branly (Paris, França) e um na cidade de Valparaíso, no litoral do Chile.

 

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